“Eu queria te contar que
não dói mais. Só que agora não importa tanto o que você vai pensar sobre isso.
Queria que você soubesse que já vi nossos filmes milhares de vezes e nem
chorei. Ok, chorei. Mas pelo filme, e não por você. Queria que você soubesse que
tirei a poeira das nossas músicas, e que as ouço quase todos os dias. Porque
elas me faziam mais falta do que você fez.”
Quem sou eu
- Yasmin Martins
- “Eu sou essa gente que se dói inteira porque não vive só na superfície das coisas.”
quinta-feira, 24 de maio de 2012
quinta-feira, 17 de maio de 2012
quarta-feira, 9 de maio de 2012
Eu
já mandei minha felicidade embora muitas vezes simplesmente por não ter a menor
idéia do que fazer com ela, deixei que ela passasse porque estava mais
acostumada a lidar com o meu caos pessoal. E dessa vez não quero que isso
aconteça. Dessa vez olhei pro meu pessimismo e decidi encará-lo. Ele me disse
que vai doer depois, que quanto maior a altura, maior a queda. Eu disse que
queria arriscar. Por favor, deixa, pelo menos dessa vez, deixa eu saber como é!
Ela não queria, mas no fim das contas teve que ceder, afinal quem manda aqui
ainda sou eu! Agora eu passeio com ela todos os dias, nos tornamos grande
companheiras. Eu e a minha felicidade, a minha felicidade e eu. Ás vezes ainda
nos estranhamos, ás vezes ela ainda me deixa um pouco desconfiada. É que ás
vezes ela chega tão decidida a se juntar a mim no meio da noite, entre um
abraço e outro, entre uma palavra doce e outra. E de vez em quando, o meu
pessimismo tenta se sobressair e me dizer pra tomar cuidado, pra não dar muita
trela. Mas parei de ouvi-lo, confesso que a presença da minha nova amiga é
muito mais agradável e cheia de vida, e sinceramente, sempre gostei mais do
colorido que do cinza! To pagando pra ver sim, to com a cara exposta sim, e
pode doer o quanto for, podem maldizer o quanto for, o sorriso que eu levo hoje
apaga todos os outros rastros. Eu aprendi, aos trancos, que ser feliz não dói.
Ser feliz não dói. Confia em mim, não precisa ter mais medo - ela me disse.
A
verdade é que quando você volta, eu mando você ir embora de novo. E quando você
vai embora, eu quero que você volte mais uma vez. É que quando você volta, eu
me lembro que as coisas nunca vão ser do jeito que eu queria, e aí eu tenho
certeza que se for assim eu fico melhor sozinha. E quando você vai embora de
novo, eu me lembro que eu prefiro te ter pelo menos por perto do que não te ter
de qualquer jeito.
quinta-feira, 3 de maio de 2012
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